Meu humor



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, NITEROI, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Livros, Música, Filmes/Documentários



Arquivos
 07/09/2014 a 13/09/2014
 29/06/2014 a 05/07/2014
 18/05/2014 a 24/05/2014
 27/10/2013 a 02/11/2013
 01/09/2013 a 07/09/2013
 25/08/2013 a 31/08/2013
 05/05/2013 a 11/05/2013
 30/09/2012 a 06/10/2012
 24/06/2012 a 30/06/2012
 13/11/2011 a 19/11/2011
 14/08/2011 a 20/08/2011
 17/07/2011 a 23/07/2011
 05/06/2011 a 11/06/2011
 13/03/2011 a 19/03/2011
 19/09/2010 a 25/09/2010
 12/09/2010 a 18/09/2010
 29/08/2010 a 04/09/2010
 02/05/2010 a 08/05/2010
 11/04/2010 a 17/04/2010
 04/04/2010 a 10/04/2010
 19/08/2007 a 25/08/2007
 12/08/2007 a 18/08/2007
 05/08/2007 a 11/08/2007
 29/07/2007 a 04/08/2007
 15/04/2007 a 21/04/2007
 08/04/2007 a 14/04/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 18/03/2007 a 24/03/2007
 11/03/2007 a 17/03/2007
 04/03/2007 a 10/03/2007
 11/02/2007 a 17/02/2007
 28/01/2007 a 03/02/2007
 10/12/2006 a 16/12/2006
 03/12/2006 a 09/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 05/11/2006 a 11/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 15/10/2006 a 21/10/2006

Outros links
 Cultura Brasileira - Página Oficial
 Razão Radical
 Página para um bate-papo anarquista




Cultura Brasileira
 


Diga NÃO à Privatização do Banco Central do Brasil!

Diga NÃO à Privatização do Banco Central do Brasil!

Neste Vídeo já famoso na Internet, Victoria Grant, uma Garotinha Canadense de 12 anos, explica em detalhes como os bancos nos fraudam a todos através do endividamento. Agem sem escrúpulos ou considerações de cunho humanitário: o lucro é sua meta e as consequências estão à vista de todos: desemprego, queda na renda familiar, queda no padrão de vida da maioria e concentração inédita de renda - com a propaganda, naturalmente, dizendo o contrário da realidade. Vídeo didático e imperdível!

 




Escrito por Lázaro Chaves às 22h27
[] [envie esta mensagem
]





O quê os Milionários do PT, da FIESP e da FEBRABAM têm contra nós, a Elite dos Trabalhadores?

 

       Muito confuso o discurso da FIESP, do PT/PCdoB, da FEBRABAN, dos Apostadores da BOVESPA e assemelhados a nos discriminar tanto. Quando estava na ativa – isso ali pelas décadas de 70 e 80 do século passado – tinha orgulho de ser parte da Elite dos Trabalhadores que conseguiam executar uma tarefa técnica específica. Na década de 90 cheguei a ser contado entre a Elite dos Professores de uma determinada Instituição Acadêmica e cheguei mesmo receber esporádicos elogios por, na opinião daquelas poucas pessoas, ser eu “membro da Elite Intelectual do Brasil”. Mesmo considerando este último elogio um tanto vazio e extremamente exagerado, eu gostava... É BOM ser de Elite. O que é que eles têm contra nós agora? Até a palavra “Elite” passou a ter conotação pejorativa!
    Somos perseguidos e discriminados pelos milionários criminosos – alguns inclusive de dentro de um conhecido presídio – que nos acusam, em discursos vociferantes e furibundos, de “pregar o ódio” enquanto eles, do PT/PCdoB    , da FIESP, da FEBRABAN, e da BOVESPA representariam “a esperança”. Desculpa, eu realmente estou confuso e não censuro o eventual leitor de ficar também confuso com o que digo aqui. Até por isso tento me fazer mais claro num vídeo de desabafo. Meu Amigo Eduardo Galeano, em seu livro genial “De Pernas Pro Ar, A Escola do Mundo ao Avesso” aponta com sua conhecida verve e acuidade precisamente na direção deste problema. Na contracapa lemos “No século XXI, o mundo ao avesso está à vista de todos; o mundo tal qual é, com a esquerda na direita, o umbigo nas costas e a cabeça nos pés.”
    Se o PT, a FEBRABAN, a FIESP, a BOVESPA e amigos do alheio assemelhados estão na esquerda “representando a esperança” e combatendo os trabalhadores de elite, onde vamos parar? O Brasil avança aceleradamente em marcha-ré na direção do maior abismo de sua história e eu fico pensando naquele tempo em que “avançar na direção da ré” era chamado de Recuar e não de Avançar.
    Senhores, tenham um pouco de consideração para com quem dedicou e ainda dedica a vida à Pesquisa Científica, à Educação dos Jovens, à manutenção da Saúde de nossa gente, à Produção de Produtos Alimentícios (a Elite Camponesa do Brasil, excluídos os mercadores que estão nos palanques esbravejando contra nós). Esse discurso estranhíssimo, esse esbravejar furioso contra nós, a Elite Camponesa, a Elite dos Trabalhadores e a Elite Intelectual pode chegar tão esquisito nos ouvidos de todos os alistados no Serviço Eleitoral Obrigatório que temo mesmo a ocorrência de violência física entre facções distintas, com vítimas inocentes de políticos que, ao final, se unirão em suas alianças e composições.
    Eu já fui católico, protestante, budista, rosacruz, maçom, anarquista, marxista, surrealista e tantas outras coisas de que nem me lembro mais e já briguei com um bocado de gente porque eu acreditava nisso ou naquilo e outros acreditavam o contrário. Hoje, velho e totalmente descrente de tudo, olho para trás sem remorso, mas com um aprendizado: não compensa brigar com as pessoas de quem gostamos porque elas têm uma convicção diferente da nossa. Principalmente porque, se temos uma vida dinâmica e buscamos alguma certeza neste mundo tão incerto, mudamos de convicção tantas vezes ao longo da vida que acabamos nos desentendendo com gente que pensa hoje o que pensávamos ontem ou que pensará amanhã o que pensamos hoje. Não compensa...
    Agradeço com o maior carinho de que sou capaz à minha melhor Amiga no Facebook por me inspirar a voltar ao computador e teclar alguma coisa minimante compreensível após longo período de desânimo, pois ser da Elite dos Aposentados – ou da Elite Camponesa, da Elite Intelectual, da Elite dos Trabalhadores... – nesse país está cada vez mais difícil dado o tamanho descomunal da perseguição que sofremos nos deixar ATÉ com as condições de sobrevida material periclitando.

Lázaro Curvêlo Chaves – 30/06/2014



Escrito por Lázaro Chaves às 08h44
[] [envie esta mensagem
]





Transparência Total no Uso do Dinheiro Público

Transparência Total no Uso do Dinheiro Público

Introdução: de onde vem o dinheiro?



    “O Governo Gasta Muito e Gasta Mal” rezam em mantra todos os que se auto-intitulam economistas ou jornalistas econômicos, pessoas que entendem muito de aplicações financeiras e quase nada do que seja a Economia Política no sentido Clássico do termo.
    Concordo com a assertiva, mas discordo da acepção a ela atribuída. O governo gasta mal quando usa recursos públicos para beneficiar empresas privadas, gasta mal quando pratica uma taxa de juros exorbitante a fim de remunerar Capital Financeiro. Em tempos civilizados isso sequer faria sentido: “capital financeiro” é o nome que se dá a recursos oriundos de dívidas e utilizados miseravelmente com finalidades especulativas. Em tempos civilizados o dinheiro – instrumento, ferramenta criada para facilitar a troca de bens – não era considerado um bem em si que pudesse ser vendido ou comprado. Hoje a maior parte da circulação monetária no mundo tem essa origem deformada. “Dinheiro que gera dinheiro”, dizem os defensores da especulação financeira, sem consideração para com a produção de bens ou prestação de serviços que, somente eles, produzem valor.
    Como chegamos a tempos tão bárbaros? Em 1996, o escritor e diretor William T. Still produziu um excelente documentário, intitulado “The Money Masters. Nele explica passo a passo de que maneira o sistema financeiro internacional chegou ao modelo atual, em que fabrica o papel moeda com valor legal, contudo sem lastro, colocando-o à venda no mercado, como se colocam os nabos ou pepinos. A coisa toda é de um irracionalismo tão perverso que chega a ser genial. Didaticamente – e de uma perspectiva burguesa, capitalista mesmo! – conta a história do dinheiro desde que foi primeiro inventado para facilitar as trocas entre bens de proporções distintas, passando por formatos e objetos empregados como dinheiro em toda a história humana e levantando a hipótese de a luta pelo o controle da circulação da moeda ser a principal responsável pela maior parte das conflagrações desde o Império Romano até os dias atuais – não chega a ser novidade, mas é brilhante na descrição de como se dá esse processo a partir de uma perspectiva histórica.

    No mundo contemporâneo, grandes bancos e corporações multinacionais governam o mundo através dos políticos; em países mais ou menos democráticos, escolhidos através de eleições rigidamente controladas; em países autoritários (penso aqui na Arábia Saudita, por exemplo) sem esse tipo de formalidade.
    O político colocado no cargo público pelo capital financeiro para ele governa, legisla e julga. Isto está na raiz, na concretude dos fatos que, ideologicamente tendem a obrigar a todos a pensar como os que comandam o espetáculo. Exemplifico: um camarada pega um trem em Gramacho às 4 horas da manhã e chega à Central do Brasil (se estiver tudo funcionando na ferrovia, o que não é muito comum) por volta de 7 horas. Dali pega mais um ou dois ônibus até a construção civil onde vende a sua força de trabalho das 8 h às 18 h, com um intervalo para almoço. Sai do trabalho, toma duas conduções novamente até a Central do Brasil e amontoa-se com o “admirável gado novo” para pegar o trem que o levará de volta a seu barraco em Gramacho, por lá chegando ali pelas 22 h (10 horas da noite). Se tiver ânimo, tenta se informar pela televisão, a principal janela para o mundo de que dispõe e ouve a propaganda dos bancos e corporações inseridas no noticiário com dados como “elevação da taxa de juros”, “crescimento do PIB”, “queda da inflação”, “melhores aplicações financeiras a fazer” e coisas assim. QUE consciência se forma em tais circunstâncias? Mude o cenário de Gramacho para qualquer bairro periférico de qualquer grande cidade e se vê o quadro dantesco de desesperados, vendo sua vida piorar sem cessar, incapazes de entender o que se passa – como compreenderiam? – e pensando como empresários ou especuladores mesmo que seu salário mal seja suficiente para sobreviver a 20 dos 30 dias de cada mês. Inquestionavelmente “as idéias dominantes numa determinada sociedade são as idéias da classe dominante”. E se está falando do país com a maior desigualdade social do Continente Americano, com algumas das maiores fortunas do mundo (acumuladas nós sabemos como...) face ao mais vasto contingente de seres humanos legados ao nível básico da sobrevivência.
    O que gera riqueza, crescimento econômico sustentável digno desse nome, é trabalho humano. E os humanos que trabalham e produzem a riqueza são os que menos acesso têm a ela. Há séculos! O pensamento conservador – voltado, grosso modo, a conservar a situação como está – prega em sua propaganda diuturna que “sempre foi e sempre será assim” ou, na vertente mais recente, “depois que o Muro de Berlim caiu...” A implicação da referência ao fim da Guerra Fria é que “ficam os povos do mundo proibidos sequer de sonhar, menos ainda de trabalhar ou lutar por uma existência mais justa, mais humana.”.
    Os maiores erros do pensamento conservador são o de ver uma linha contínua onde ela é descontínua e preencher o pontilhado do Futuro com o que imaginam haver sido no passado: “exploração do homem pelo homem, sempre existiu e sempre existirá”. Os limites do pensamento conservador esbarram nos limites da realidade intolerável para a maioria que, desesperada até das lideranças políticas com as quais se identificava precisa de um incentivo para se mover por si mesma.
    A riqueza vem do trabalho produtivo e se encontra dividida de maneira injusta em grau superlativo.

Transparência, a melhor solução encontrada


   

     Abolição total do sigilo bancário, fiscal, telefônico e postal a todo o Servidor Público, assim como a toda e qualquer pessoa física ou jurídica que, através de convênios, parcerias ou mecanismos similares se beneficie de recursos públicos.
    A cada vez que acendemos uma lâmpada, compramos arroz ou couve, pagamos impostos embutidos. Toda a vez que tiramos dinheiro da carteira (ou usamos um cartão de débito ou folha de cheque) pagamos impostos. Dentre os mais elevados impostos do mundo. Acabo de fazer uma consulta à página dos mercadores paulistas que criaram o “Impostômetro” http://www.impostometro.com.br/ e vejo que, entre o dia 1º de janeiro e o dia 20 de maio de 2014, nós já pagamos em torno de 665 Bilhões de Reais em impostos! Não sabemos com clareza como esses recursos monumentais são empregados. Sabemos – isso nos repetem ad nauseam – que “o governo gasta muito e gasta mal”. Os “economistas” se referem a gastos públicos (com saúde, educação, segurança, infraestrutura e salário do funcionalismo) omitindo criminosamente a enormidade de recursos despejado na ciranda financeira, em ajuda aos bancos e empresas privadas que se beneficiam dos inúmeros convênios e “parcerias público-privadas” em que o público entra com o dinheiro enquanto a privada abre os bolsos. Exemplos? Quanto o BNDES doa – através de empréstimos camaradas, a juros baixíssimos, quase sempre sem a formalidade da devolução do recurso “empresta-dado” – às empresas de telecomunicações como a TV Globo e todas as outras que, quando crescerem seu maior sonho é serem como a Globo? Ninguém sabe. Segredo de Estado. Qual o tamanho da sangria provocada pelo Banco Central e pelo Ministério da Fazenda quando despejam recursos na Bolsa para “conter a alta do dólar” mantendo o real artificialmente valorizado? Ninguém sabe. Segredo de Estado. Quanto dos impostos que pagamos vai para remunerar o capital financeiro com os juros mais altos do planeta? Segredo de Estado!
    Mas... O político que toma essas medidas, lida com uma enormidade de divisas e as espalha generosamente a quem devem seus cargos. Os políticos brasileiros estão acima da suspeita de serem honestos! Muito do dinheiro que lhes passa pela mão acaba nela ficando ou a ela voltando através de “agradinhos” de seus patrões satisfeitos. E assim, mais fortunas se fazem. Isso explica os motivos que levam um cidadão dotado de razoável sanidade mental a se meter na corrida de lobos da política: além de eles mesmos determinarem seus volumosos salários e benefícios adjacentes, passa por suas mãos tão portentosa quantidade de dinheiro que eles jamais voltam a ser pobres se um dia o foram...
    Ah, sim, a cada 2 ou 4 anos o respeitável público é obrigado a comparecer a locais de votação com urnas eletrônicas que, ou já vêm pré-votadas ou são facilmente fraudáveis. Somos obrigados a participar da fraude ou pagar – mais dinheiro pro governo! – multa ou, se nos recusarmos, perdemos vários direitos à cidadania plena. Os eleitos não representam os que foram até as urnas eletrônicas independente do que se pense a respeito; representam a si mesmos e a seus patrões banqueiros e apostadores da bolsa.
    Como mencionei em “A Derrota da Política e Sugestões de retificação (a pedidos)” http://culturabrasil.org/comitedesalvacaopublica.htm ,primeiro há que se suprimir a urna eletrônica, só usada no Brasil – até pouco tempo atrás o Paraguai as usava, mas devolveu ao Brasil por serem “incompatíveis com a lisura do pleito” por lá – e abolir a figura do voto compulsório.
    Mas isso não basta. Há que se conquistar transparência nas contas públicas. O que os gestores fazem com o nosso dinheiro não pode ser segredo de estado em hipótese alguma! Com exceção dos praças de pré, prestando o Serviço Militar Obrigatório, ninguém mais é obrigado a se tornar Servidor Público, seja por concurso, seja pela via eleitoral ou nomeação para cargo de livre designação. Pode-se trabalhar no setor privado – como empreendedor ou operário – e levar uma vida digna assim. Mesmo no Brasil contemporâneo.
    Agora, se a pessoa se decide a prestar serviços públicos (como funcionário de nível 1, concursado; como eleito a chefe do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário) deve se dispor a prestar contas permanentemente, em tempo real, com o que faz com o dinheiro público que lhe passa pelas mãos. Seguramente, para a maioria dos Servidores Públicos isso não apresentará o menor problema, recebem “x” de salário, complementam com “y” em outras atividades legais, arrolam suas despesas pessoais e estamos conversados. Haverá problema sim, e aí é que está, para uma “minoria muy minoritária” como diz meu Amigo Eduardo Galeano, aqueles que se esbaldam em dinheiro público e fazem questão de ocultar o uso que dele fazem. E é para evitar a proliferação destes que uma medida desse porte – a suspensão dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e mesmo postal – se faz necessária.
    Não sejamos ingênuos a ponto de imaginar que aqueles que se beneficiam da esbórnia fariam algo contra seus próprios interesses. Outra coisa de que os políticos brasileiros estão acima de suspeição é a de legislarem ou governarem fora de seus interesses pessoais ou de classe (ou quadrilha, ou bando...).
    No Brasil, temos o Direito Romano, que é diferente do Direito Germânico (praticado em países como a Inglaterra e EUA), chamado também de “consuetudinário”, ou seja, de acordo com os costumes. Naquele tipo de encaminhamento do Direito Constitucional, as pessoas se reúnem, decidem como viverão suas vidas em todos os seus aspectos e, atingido algum nível de consenso, registram em Leis que passam a entrar em vigor, punindo os desvios. No Direito Romano, as propostas legislativas nascem na cabeças de alguns políticos (por vezes nelas emprenhadas por seus patrões), as leis são escritas e apoda-se um “cumpra-se”. De cima para baixo. Até por isso, no Brasil se diz que “há leis que pegam e leis que não pegam”. Algumas ferem tanto os costumes do povo que este, sem conscientemente usar a expressão, praticam a desobediência civil e pronto.
    Não sei se rio ou se choro quando vejo um político conservador (que se diz de esquerda ou não) propor “fazer uma reforma política”. Esses que estão aí se beneficiando de uma situação obscurantista que deixa o povo fora das decisões políticas e fora dos benefícios dela advindos só conseguirão, no máximo, fazer uma reforma que lhes mantenha na mesma situação em que se encontram. Por que mudariam as regras de um jogo que já aprenderam há anos como vencer?
    Um conjunto de leis para manter todos os que se utilizam do dinheiro público debaixo de constante escrutínio SEGURAMENTE não virá a partir de proposta de um dos que se beneficiam da ocultação de seus feitos. Para que o consigamos – se houver concordância com relação a isso, testei bastante essa ideia entre meus amigos antes de trazê-la a público – será necessária uma gigantesca e crescente mobilização popular. Será a um só tempo exageradamente trabalhoso e compensador quando conquistarmos o sucesso. Vem conosco?

Lázaro Curvêlo Chaves – 21/05/2014

Leitura Indicada

A Derrota da Política e sugestões de retificação

Brasil sob o controle do Crime Organizado

A Herança Maldita de FHC - Sérgio Miranda



Escrito por Lázaro Chaves às 02h45
[] [envie esta mensagem
]





Ballad of The Globalized - Lázaro Chaves

I wish You to know

The Evil You do

Tormenting us all

I wish You to know

Don’t bother denying

I forbid You from lying

I know!

 

You’ve made us all slaves!

I used to have one job;

Good job, good salary

Nice house

Movies once a week

Theater once a month

Good clothing, good food

Good health, Great Spirit!

 

Nowadays, I work two more jobs: three jobs

And I earn not half the salary I use to have with one

How come?

Morning I teach

From noon do I drive

Evenings I clerk

Nothing suffice!

Bank takes half, government taxes takes half

What’s left for me:

Never enough!

I work, You take

I need, You lend

Now I am broke

As all of us are

 

Who is to blame?

Us? Or You?

 

My VCR broke,

No money to fix.

My kid wants a toy,

No money to buy.

My Mom wants a pie

No way to deny

Now how can I buy?

 

I wish You to know

The Evil You do

Tormenting us all

I wish You to know

Don’t bother denying

I forbid You from lying

I know!

 

My Mom needs medicine

No money to buy.

Public health?

A mess!

Health care plan?

Who can afford?

 

I see a car park

(I used to have one of those)

Beggars crowd around

Beggars everywhere

(Have You no honor?)

 

The police rushes

“No crowding!”

“No begging!”

“No protesting!”

Pepper Spray, Rubber Bullets, Tear Gas…

“Mom!” Cries the Captain

“What are You doing here?”

 

“Your salary, my son,

Can’t buy food

Can’t buy medicine

Can’t keep decent clothing

You pepper spray those

Who fight for You…”

 

Three jobs.

I work my guts out

No more house

No more movies

No more theater

Poor clothing, poor food, poor health

And sadness, and ANGER

Good Spirit? Long gone…

What did I do wrong?

 

The more that I work

The less that I earn

What’s happened to us?

 

Not too long ago

(Seems like yesterday, I remember so well…)

I could go to the market

And come back safely with groceries

Now it’s even dangerous!

Grocery? Not even a third I used to bring

Last week a drug addict took my wallet

Drug addicts everywhere…

(Have You no honor?)

Unemployed, Humiliated, Dehumanized…

Reduced to that

By You!

 

I wish You to know

The Evil You do

Tormenting us all

I wish You to know

Don’t bother denying

I forbid You from lying

I know!

 

You swim in rivers of gold

We drown in our own blood

Your gold?

Stolen!

From us!

We work, You take

We need food, clothing, shelter, education, medicine

You give us Propaganda

“All is fine and dandy…”

“Zero Unemployment in the best moment of our history!”

 

But… I look around, what is that thing I see?

They used to be human beings – I seem to remember

Prostitutes

Vagrants

Beggars

Drug addicts

Petty thieves

Brothers killing each other

For bread

You made us cannibals,

 

We work, You take

We need, You deny

You offend us giving back

Some of our goods You’ve taken

as alms…

 

Ye Vultures!

Ye Serpents!

Ye Generation of Vipers!

Your days are numbered!

 

We wish You to know

The Evil You do

Tormenting us all

We wish You to know

Don’t bother denying

Its useless lying

WE WARN YOU:

WE KNOW!

 

*******

Balada do Globalizado - Lázaro Chaves

Eu quero que Você saiba

O Mal que Você faz

Atormentando-nos a todos

Eu quero que Você saiba

Nem tente negar

Te proíbo de mentir

Eu sei!

 

Você nos transformou a todos em escravos!

Eu tinha um único emprego;

Bom emprego, bom salário,

Boa casa,

Cinema uma vez por semana

Teatro uma vez por mês

Boas roupas, boa comida,

Boa saúde, Grande Espírito!

 

Hoje em dia tenho mais dois empregos: três empregos

E ganho dos três menos da metade do que ganhava de um só.

Como é que pode?

 

De manhã, dou aulas

De tarde, dirijo

À noite trabalho num escritório

Nada é o bastante, nada é suficiente!

O banco leva a metade, o governo a outra metade...

O que sobra para mim,

Nunca é suficiente!

Eu trabalho, Você toma

Eu preciso, Você empresta

Agora estou quebrado

Como todos estamos

 

De quem é a culpa

Nossa? Ou Sua?

 

Meu toca-fitas quebrou,

Sem dinheiro para conserto.

Meu menino quer um brinquedo,

Sem dinheiro para comprar.

Minha mãe quer uma torta,

Como posso negar?

Mas... Como posso comprar?

 

Eu quero que Você saiba

O Mal que Você faz

Atormentando-nos a todos

Eu quero que Você saiba

Nem tente negar

Te proíbo de mentir

Eu sei!

 

Minha mãe precisa de remédio

Sem dinheiro para comprar.

Saúde pública? Uma bagunça!

Plano de saúde privada?

Quem consegue pagar?

 

Vejo um carro estacionar

(eu tinha um assim)

Pedintes se aglomeram em torno

Pedintes por toda a parte

(Você não tem honra?)

 

A polícia chega depressa:

“Sem aglomerações!”

“Fora pedintes!”

“Nada de protestos!”

Spray de pimenta, balas de borracha, gás lacrimogêneo...

“Mãe!” Grita o Capitão

“O que está fazendo aqui?”

 

“Seu salário, meu filho,

Não dá para a comida,

Não dá para os remédios,

Não dá para manter roupas decentes

Você joga spray de pimenta nos olhos

Dos que lutam por você!”

 

Três empregos…

Eu boto os bofes pra for a de tanto trabalhar

Não tenho mais casa,

Não vou mais ao cinema,

Não vou mais ao teatro,

Me visto modestamente, como modestamente, a saúde vai precária

E tristeza, e RAIVA

Grande Espírito? Há muito nem sei o que é...

O que foi que eu fiz de errado?

 

Quanto mais eu trabalho,

Menos eu ganho

O que aconteceu conosco?

 

Há não muito tempo

(parece que foi ontem, me lembro tão bem...)

Ainda podia ir ao Mercado e trazer compras

Agora é até perigoso!

Compras? Nem um terço do que costumava trazer

Semana passada um drogado roubou minha carteira

Drogados por toda a parte

(Você não tem honra?)

Desempregados, Humilhados, Desumanizados…

Reduzidos a isto

 

Eu quero que Você saiba

O Mal que Você faz

Atormentando-nos a todos

Eu quero que Você saiba

Nem tente negar

Te proíbo de mentir

Eu sei!

 

Você nada em ouro

Nós nos afogamos em nosso próprio sangue

Seu ouro?

Roubado!

De nós!

 

Nós trabalhamos, Você toma

Precisamos de comida, roupa, abrigo, educação, remédios...

Você nos dá... Propaganda!

“Tá tudo bonitinho...”

“Desemprego zero no melhor momento de nossa história!”

É mesmo?

 

Eu olho ao redor... O que é isso que eu vejo?

Costumavam ser seres humanos – parece que me lembro

Prostitutas

Vagabundos

Pedintes

Drogados

Ladrões

Irmãos se matando uns aos outros

Por pão...

Você nos transformou em canibais!

 

Nós trabalhamos, Você toma

Nós precisamos, você nega

Você nos ofende dando de volta

Algo do que nos roubaram

Como esmolas...

 

Abutres!

Serpentes!

Raça de Víboras!

Seus dias estão contados!

 

Nós queremos que Você saiba

O Mal que Você faz

Atormentando-nos a todos

Queremos que você saiba

Nem tente negar

É inútil mentir

NÓS TE AVISAMOS:

NÓS SABEMOS!



Escrito por Lázaro Chaves às 09h44
[] [envie esta mensagem
]





Balada do Globalizado

Compus este poema em inglês pois tenho conversado muito com amigos pelo mundo afora (EUA, Escócia, Rússia, Austrália, Espanha, Irlanda, Argentina, México...) e a situação é rigorosamente a mesma por toda a parte... Tento assim, com este poema, chamar a atenção para um problema que vai muito além das fronteiras do Brasil!

Se o mundo globalizado por Wall Street faz pouquíssimas grandes fortunas, estas não se devem ao fato de os novos ricos trazerem qualquer aporte relevante para a vida das pessoas (uma nova invenção, descoberta intelectual relevante, construção de algo de útil...); seu enriquecimento deve-se exclusivamente ao fato de serem "bem" relacionados e profundamente desonestos, como nos aponta Charles Ferguson, autor do Documentário premiado com o Oscar "Inside Job".

Enquanto os poucos enriquecem muito, a situação da maioria está cada vez pior. Como a que apresento neste poema...

Temos de trabalhar mais hoje do que há 20 ou 30 anos em troca de salários cada vez menores; nosso poder de compra mingua vertiginosamente e ainda temos de nos considerar "privilegiados" se conseguimos manter algum emprego! Acompanho há 2 anos a relação de Seguro Desemprego paga no Brasil. A cada mês, desde outubro de 2011, quando comecei a acompanhar, uma média de 40% das pessoas com carteira de trabalho assinada recebem o seguro desemprego. 38,2% num mês, 41,9% em outro... Na média, o Brasil vem pagando o seguro desemprego a cerca de 40% das pessoas que têm carteira de trabalho e registro em um único emprego (quem tinha dois empregos e perde um, nem essa ajuda insultuosa recebe!). E isso há 2 anos! Como é que o desemprego está "próximo de zero" nas estatísticas encomendadas pela Propaganda do governo? E as pessoas, subempregadas e desempregadas acreditam mesmo mais na Propaganda que em suas vidas reais? Difícil acreditar!

E mendigos, bêbados, prostitutas, drogados e desocupados por toda a parte. Globalizados, coitados!

Não tenho dúvida de que estamos - a maioria - vivendo hoje muito pior do que há poucas décadas e as perspectivas para as futuras gerações se tornam cada vez mais sombrias. A maioria dos seres humanos vivendo no Ocidente hoje pode ter a certeza de que seus filhos não terão sequer a mesma possibilidade que tiveram (a menos que seja parte do 1% privilegiado da população mundial, naturalmente). É cruel demais...

Mas... Ânimo! Esperança! Esta situação não pode durar para sempre por ser simplesmente insustentável. Temos de fazer algo para tomar de volta o que eles nor roubam momento a momento de nossas vidas. Roubam o Futuro do nosso país, da nossa gente, dos nossos filhos, do nosso mundo, da Espécie Humana!

Escrevo um pouco mais sobre isto em

http://culturabrasil.org/baladadoglobalizado.htm

http://www.culturabrasil.org/protestosbrasileiros.htm

http://www.culturabrasil.org/neoliberalismo.htm



Escrito por Lázaro Chaves às 09h44
[] [envie esta mensagem
]





"Have you no sense of Decency Sir?" - Welch-McCarthy

      We are nowadays living many forms of witch hunt again in so many levels that is hard to keep track. We must stand and block the actions of the evildoers or else, we are doing evil ourselves. Welch knew it and his speech marked the beginning of the demise of the witch hunt in the USA around the 50's.


You may find the full reference here:

http://historymatters.gmu.edu/d/6444/



Escrito por Lázaro Chaves às 20h32
[] [envie esta mensagem
]





Preparing an essay regarding Injustice

 

I am right now compiling material and gathering more information to fight a wronddoing towards me by a very nice Enterprise (I mean it, not making jjokes or being cynical). I believe the source is in the lowest level of the ladder after 10 years of successfull partnership.

For now, I do recommend (as usual with me, all absolutelly for free!)

Frans de Waal - Moral behavior in animals
(humans included, I must add)

http://on.ted.com/deWaal

********

 

Army-McCarthy hearings - 1964 - Complete

http://youtu.be/2EhOdSSI8n4

 

**********

 

Welch-McCarty


Part 1

http://www.youtube.com/watch?v=Po5GlFba5Yg

Part 2

http://www.youtube.com/watch?v=PTwDUpbQHJg

 

The Trial - Franz Kafka (at Gutenberg)

http://www.gutenberg.org/ebooks/7849

"Someone must have been telling lies about Josef K., he knew he had done nothing wrong but, one morning, he was arrested"

More (much, much more!) to come as I finish gathering material and preparing my speech. Please, stay tunned!

 



Escrito por Lázaro Chaves às 02h26
[] [envie esta mensagem
]





Reapresentando meu TCC, uma Proposta Pedagógica Libertária

Proponho VALORIZAR o Professor da Rede Pública, assim como alhures proponho VALORIZAR o Médico da Rede Pública.

Educação para a Redenção (Uma proposta educacional Libertária!)

Por favor, deixe seu comentário.

 

Aqui: http://www.culturabrasil.pro.br/educacao.htm



Escrito por Lázaro Chaves às 08h36
[] [envie esta mensagem
]





Bebê reage a discurso de Dilma

Bebê reage ao discurso de Dilma...

http://www.culturabrasil.pro.br/novilingua.htm

 


Nem criança suporta mais tanta besteira...



Escrito por Lázaro Chaves às 07h37
[] [envie esta mensagem
]





Urnas Eletrônica e Voto Obrigatório são incompatíveis com a Democracia

Que o Brasil não é uma democracia sabemos todos há tempos. Os detalhes por vezes passam desapercebidos da maioria (ah, a maioria... Aquela maioria que delirou com Hitler e pediu que soltassem Barrabás...) dos brasileiros entorpecidos pela telealienação diária, seja da Globo, seja das outras, todas aspirantes a serem iguais à Globo quando crescerem.

Aqui está um deles. As Urnas Eletrônica utilizadas no processo eleitoral brasileiro já vêm pré-programadas, o TSE contrata uma empresa de informática (jamais revelada) que se encarrega de todo o processo que é tão descaradamente fraudado que até a Folha de S. Paulo, um jornal, cabe ressaltar, já digno de confiança, época em que o slogan “de rabo preso com o leitor” fazia sentido, a Folha, então anuncia o resultado das eleições por volta de 3 horas da manhã do dia da votação (cerca de 5 horas antes de os cadastrados no Serviço Eleitoral Obrigatório tenham se dirigido aos locais impostos para exercer o que deveria ser um direito e se transformou, por causa da propaganda e da inércia, da pasmaceira do respeitável público, uma obrigação. Ora, votar é um direito civil, como casar-se ou não; ter religião ou não.... Não por acaso em TODOS os países democráticos do mundo a participação no processo eleitoral é facultativa. Falta democracia já neste quesito.

 


Como esta notícia que foi ao ar pela TV Bandeirantes (aqui e ali se pesca alguma verdade, mesmo na televisão! Esta me chegou através de um primo querido, membro da Família Curvello, uma das mais antigas do Brasil, coisa de que ambos nos orgulhamos muito!) e informa de uma cidade – poderia, francamente, ser qualquer cidade brasileira, aliás – em que o escândalo foi grande. Muita gente – inclusive o próprio candidato – digitou corretamente o número do cara na Urna Eletrônica, viu o rosto dele na tela e apertou “Confirma”. Resultado: nenhum voto (ZERO) foi computado para ele. Como se explica? Os técnicos em Informática se debruçam sobre o tema, explicam as brutais fragilidades da Urna Eletrônica Brasileira e um dublê de porta-voz do TSE informa que “será investigado se, no caso apresentado, houve alguma irregularidade ou não”. Tá...

Não que adiante grande coisa, já sabemos que o que digitamos na urna eletrônica é olimpicamente desprezado pelos sistema como um todo. Mais por protesto, por ter de sair de casa para participar de uma FANCARIA, VOTE NULO!

Treine no simulador de votações do TSE. Digite sempre "0", "00", "000" e confirme. Aparece a repressão dizendo "Número errado". CONFIRME COM INDIGNAÇÃO! Clique na figura abaixo para treinar diretamente na página da "Justiça" Eleitoral:

Agora, ser OBRIGADO a votar num treco em que não se pode confiar é o fim da picada, francamente! Já não basta o fato de simplesmente não haver alternativa entre os candidatos a cargos majoritários? Ora, todos os partidos concordam que o melhor encaminhamento para a política brasileira é entregar a gestão da economia aos banqueiros e apostadores na Bolsa de Valores (os caras que lhes custeiam as caríssimas campanhas). TODOS que eu digo, vão do PSOL ao DEM, passando por PSDB, PSTU, PT, PTB, PRB, PQP e o escambau. Não há uma única proposta séria de se colocar a economia – o dinheiro – a serviço do ser humano. Neste mundo neoglobalizado, o ser humano deve estar a serviço do dinheiro (uma ferramenta besta que criamos para simplificar nossa vida e hoje se tornou dona de todos nós.

Precisamos urgentemente de Planejamento Econômico sério! Existe um “sinistério do planejamento” entre os cerca de meia centena de ministros e assemelhados que o número deles cresce na mesma proporção em que aumentam os impostos e decresce o serviço público;.mas nos últimos 5 governos só têm “planejado” cortes no orçamento (da saúde, educação, segurança, previdência...) com vistas a ampliar o superávit primário e atender primordialmente aos banqueiros e apostadores da Bolsa de Valores. Dão-se ao luxo de mandar o fruto de nossos impostos para ajudar banqueiros gregos, italianos, espanhóis e portugueses ao invés de prestar atenção à gestão de um país chamado BRASIL. Haja!

Com um Planejamento Econômico sério utilizaríamos nossos recursos de maneira mais eficiente. Longe, bem longe de ser o ideal, pelo menos nos tiraria do inferno atual de deixar o planejamento a cargo de pseudo-economistas, banqueiros e jogadores. E Desprivatizar! Urgentemente! A privatização de serviços públicos traz tantos males à nossa população que nem podemos avaliar. Confira o brilhante documentário “Vozes Contra a Globalização”, a esse respeito. Disponível aqui: http://culturabrasil.org/vozescontra.htm

A seguir tudo como está, continuaremos votando nos mesmos – com caras e discursos diferentes, quiçá, mas tão venais e incompetentes que a turma que hoje está no poder.


Lázaro Curvêlo Chaves – 10/05/2013

 

 

 



Escrito por Lázaro Chaves às 05h04
[] [envie esta mensagem
]





PT se transforma em Partido Fascista - "A Esquerda que a Direita Gosta"

 

De como o Partido (dito) dos Trabalhadores se transformou num partido Fascista: Confira!



Escrito por Lázaro Chaves às 09h41
[] [envie esta mensagem
]





Acerca da Eleicao Municipal/2012

Considerações acerca da Sucessão Municipal/2012

 

Vamos começar com um paralelo com a Política Nacional – neste país que não é democrático, ou seja, que pratica o voto compulsório através de urnas eletrônicas – você sabia, quando votou no Lula, imaginando que o fez só da primeira vez, inadvertidamente, que, ao votar nele estava elegendo para o poder o Delúbio Soares, o Marcos Valério, o Carlinhos Cachoeira, o Alfredo Nascimento (ex-ministro dos Transportes, que caiu por corrupção), o Wagner Rossi (idem), o Pedro Novais (idem, ibidem), o Carlos Lupi (aquele que sequer feições de gente honesta tinha...), o Mário Negromonte (do PPS, partido do Maluf, aliado ao Lula, mas se pisar fora do território nacional vai preso imediatamente)? Sabia?

Pessoalmente, com todas as reservas, imaginava um Lula mais discreto e cercando-se de gente competente. Preferiu levar o PT para a Direita e transformá-lo num partido como os outros, fisiológico, clientelista, cooptador de aliados através de subornos, etc. Confira o que falo sobre isso, aqui.

Com o PT na esquerda e na oposição, FHC não conseguiu desmontar muito da legislação trabalhista e conter o movimento dos trabalhadores em luta por melhores condições de vida. Para isso era necessário o Lula da Silva, quem diria, para destruir o que restava de direitos trabalhistas, colocar o Judiciário na condição de censor às greves e mesmo à liberdade de expressão, ceifar a Esperança que aos brasileiros restava...

Sem um PT como era antigamente na oposição, Lula da Silva governa com e para o mercado sem o menor pudor, o menor constrangimento e a menor ou mais tímida oposição...

 

Do voto obrigatório praticado em urnas eletrônicas

Ao contrário do que ocorre nos países democráticos do mundo – a maioria deles – Chile, Bolívia, França, Itália, Alemanha, Venezuela, Inglaterra... – o voto no Brasil é um DEVER. Nos países democráticos, quem deseja participar das eleições, para eleger-se ou votar, precisa cadastrar-se junto à Justiça Eleitoral do país e, caso, mesmo assim, se veja sem alternativas, pode perfeitamente optar por sequer se deslocar ao local de votações sem medo de sanção alguma.

No Brasil, ao contrário das democracias, todos são OBRIGADOS a votar sob pena de perder todos os direitos de cidadania e um contingente enorme de seres humanos que não praticaram crime algum é condenado aprioristicamente a um dia de trabalhos forçados sem remuneração nem direito algum, sob penas bastante severas caso se recuse (são os mesários, os fiscais sabe-se lá de quê, etc.).

            A legislação, num país atrasado como o Brasil, muda a cada eleição. Num ano você precisa levar o título E um comprovante de identidade com impressão digital e assinatura (a propósito, nos países democráticos só se tira a impressão digital de criminosos, o que já dá idéia de como o Estado Nacional Brasileiro vê o seu povo...); em outro ano basta levar somente o título; em outro ano, somente a identidade E o CPF (comprovante de que você paga tributos pesados para manter a gorda ciranda financeira girando).

            Muitos deveres, poucos direitos. Um dos maiores problemas que esmagam o povo brasileiro. E leis que são mudadas, frequentemente “na calada da noite”, com se diz na Imprensa, ceifando mais direitos e impondo mais deveres.

Mas... “Urna Eletrônica”?

O troço é apresentado ao respeitável público como um avanço da modernidade tecnológica, “a maravilha da ciência a serviço da democracia”, quando de fato, é precisamente o oposto: trata-se de equipamento com baixíssimo nível de segurança, facilmente programável e reprogramável, dependente de um suporte externo (disquete ou pen-drive) para levar os dados de uma urna para a central de apurações mas, e isso é o mais grave, não há condições de todos saberem como é que o treco funciona realmente, menos ainda se conferir os votos em caso de dúvida (são incontáveis os casos de amigos que me relatam haver votado nulo e na ZONA em que digitaram “00” ou o que seja, não se computou um único voto nulo, por exemplo).

            Os países democráticos votam em cédulas de papel, documento sério, levado a sério e que serve para a recontagem em caso de dúvida. No Brasil, um sem-número de urnas eletrônicas dá defeito e as pessoas que já votaram na urna que trava ou para de funcionar não têm a sua vontade respeitada (desde o momento em que sequer se pergunta se desejam ou não participar do processo eleitoral até aquele em que, iludido, digita o seu voto numa urna que, por haver dado defeito, é desconsiderada).

            O argumento da “segurança” não se sustenta SEQUER no que tange a evitar a fraude eleitoral. Na eleição presidencial de 2010 foram incontáveis os relatos de pessoas a quem os interessados (candidatos) providenciaram 4 ou 5 títulos de eleitor com nomes, números de identidade e CPF diferentes e que, no interior, votaram em 4 ou 5 ZONAS em cidades diferentes!

            E isso num país com tradição e histórico de fraudes em processos informatizados de votação, como ocorreu no Rio de Janeiro em 1982, durante o Escândalo Proconsult/Racimec, como relato alhures na minha página.

 

E a situação municipal, que fazer?

 

            Em cidades com menos de 100.000 habitantes, penso ser mais difícil a um cidadão qualquer votar em mais de uma ZONA, pois as pessoas, em geral, se conhecem. Esse ponto está coberto. Também é mais difícil deixar de respeitar o que se costuma chamar de “vontade da maioria”.

            Se, numa cidade pequena, acontece algo similar ao que aconteceu no Rio em 1982 (e em vários outros pontos do Brasil daquele ano até o dia de hoje), ou seja, o processo informatizado dar a vitória a um candidato menos votado, a revolta seria grande e os gestores do processo preferem evitar esse tipo de aborrecimento, afinal, desnecessário: depois que FHC desviou o grosso da arrecadação de impostos para a federação (e Lula da Silva agravou a situação concentrando-a ainda mais!) a importância relativa de cada município pequeno para a federação e mesmo a justiça eleitoral é de pequena a nula, portanto, penso ser relativamente tranquilo, no sentido de ser consideravelmente seguro ter-se o voto considerado. Apesar de o ser em urnas eletrônicas e os “voluntários” condenados ao dia de trabalhos gratuitos para a justiça eleitoral exercerem sua atividade até com alegria, sentindo-se “otoridade” por um dia...

 

No caso municipal, o fundamental é o SECRETARIADO

 

            Releia o que digo acima. Você sabia que, votando em Lula da Silva está também votando numa farândola de malfeitores, mensaleiros, corruptos e ladrões, né? Se não sabia, agora já sabe.

            Na sua cidade, quem cuida da aquisição de medicamentos, instrumentos e material cirúrgico e de enfermagem é o Secretário de Saúde (que se reporta ao prefeito); quem cuida da Merenda Escolar das crianças, dos livros que elas lêem, da grade horária dos professores municipais (que estão constitucionalmente responsáveis pela educação inicial da criança em seus primeiros anos) é o Secretário de Educação; o mesmo vale para a Segurança, o Trânsito...

            Verifique se o/a candidato/a a prefeitura apresenta claramente com quem governará. Quem será o responsável pela Saúde? Pela Educação? Pela Segurança? Pelo Trânsito?

            Se o candidato não apresenta gente qualificada, que tem notório saber nestas áreas específicas, desqualifique-o, ignore-o. Se apresenta gente competente para lidar com as miudezas do dia-a-dia, sem riscos espúrios de contratar gente totalmente desconhecida de todo o mundo, vai com ele. Se o cara ou a senhora que se candidata não apresenta claramente as pessoas com quem pretende governar, fuja dele ou dela! Se está bem acompanhado de gente qualificada, vai com ele (ou ela)!

 

Lázaro Curvêlo Chaves – 24 de junho de 2012



Escrito por Lázaro Chaves às 22h37
[] [envie esta mensagem
]





Lula volta a falar. Merda, como de costume. Nos dois sentidos do termo. B U L L S H I T !

Para psicólogos e gente religiosa isso é muito preocupante


            A vertente Reichiana da Psicanálise vê nas doenças, sempre, um fundo psicológico. Assim, se o sujeito tem problemas intestinais, por exemplo, de retenção, a leitura é que ele tem uma forte tendência a guardar as coisas, economizar, tentar controlar tudo ao redor, etc. Se o problema é de intestino solto, a pessoa em estudo é pródiga, desprendida, provavelmente demais. E assim por diante.

            Reich dizia do câncer que acabou matando Freud, seu mentor, localizado precisamente na mandíbula, que ele (Freud) estava retendo informações cruciais acerca do poder que a sexualidade exerce sobre os psiquismo humano, por motivos sociais, e estaria pagando o preço pelo seu silêncio em tema tão relevante. Já quem sofre de verborréia ou verborragia incontinente, como Lula da Silva ouso analisar que, como seu discurso vai sempre na direção do que agrada à plateia: se é composta de banqueiros, mercadores e jogadores da bolsa ele garante que manterá o pagamento da dívida e a herança maldita que lhe chegou de FHC (momento em que fala a verdade, pois é o que vem fazendo mesmo). Já se a platéia é composta por trabalhadores e gente simples, ele discursa na direção de fazer propaganda do quanto vem melhorando a vida da classe trabalhadora. Isso é uma enorme, monumental mentira e que vai na direção contrária tanto da biografia do Lula da Silva quanto quiçá de sua vontade: não se pode cumprir promessas distintas a classes sociais antagônicas e ponto final; o congelamento salarial, a perda brutal no poder aquisitivo de todos os trabalhadores e um desemprego superior a 30% de quantos têm condições, vontade e necessidade de trabalhar são tão reais quanto o Sol, a Nossa Estrela, fixa no céu em relação à Terra que gira a seu redor, dando-nos a impressão de ser o Sol a mover-se ao nosso redor.

            Compreensível – mas não justificável – que Lula da Silva, agora rico, neoliberal, elitista e conservador busque discursar na direção oposta de sua prática. De fato, ninguém antes dele teria condições de arrochar tanto a classe trabalhadora convencendo-a inacreditavelmente estar fazendo o oposto do que nos informa a realidade miserável cotidiana. É mais ou menos como quando ele diz, mergulhado que está entre corruptos e corrupção que “não há ninguém mais ético do que eu nessepaíz!”.

            O sujeito fala uma coisa, pensa outra e faz uma terceira e acaba com um câncer que lhe restringe o poder da fala. Ele deveria ter usado melhor o seu tempo de recuperação para pensar nisso...

            Já os religiosos vêem na mudez temporária de Lula da Silva uma espécie de Castigo de Um Poder Superior à volumosa quantidade de mentiras descabidas que vem proferindo. Num caso como no outro, o mais esquisito é que mal voltou a falar, segue imerso em mentiras e falcatruas, como antes! Tem gente – gente? – que não aprende...



O caso do Juiz


 

            Consta que numa conversa com um juiz do Supremo Tribunal Federal, Lula da Silva tentou – se terá sucesso nisso ou não, só o Futuro dirá – COAGIR o dito cujo a retardar o processo de julgamento do Escândalo do Mensalão do PT para depois das Eleições Municipais para não prejudicar a campanha do partido neste ano.

            Já estudamos nesta página o (quase) incrível processo de deterioração do PT que, de um partido de classe se transformou num partido como outro qualquer de Terceiro Mundo: foi da esquerda para a direita bruscamente, pegando um bocado de gente boa de surpresa; aprofunda o Neoliberalismo no que tem de pior da chamada “Herança Maldita” deixada por FHC que o PT agudiza e já beatificou; deixa que “O Mercado” esse deus pavoroso pior que o deus do Antigo Testamento, cruel, “olho por olho, dente por dente”, implacável com adversários e generoso com aliados, sanguessuga (falar nisso tem o Escândalo dos Sanguessugas, que “privatizaram” verbas públicas destinadas à saúde, na fila também, o que seguramente erigirá a veia escatológica do molusco novamente, a conferir, mas esse é outro caso). Avolumam-se os protestos contra o Neoliberalismo, contra a Globalização, nome dado ao mundo governado pelos “mercados” – de capital, não os mercados de trocas, evidentemente – pelo mundo afora. No Brasil, silêncio de mídia, mas também ocorrem explosões populares nesta direção. Aliás, faz-se silêncio de mídia também acerca da elevação no número de suicídios e saques a supermercados pelo Brasil afora. Não para jogar debaixo do tapete o caso de canibalismo – SÉRIO MESMO! – em Garanhuns, cidade natal do molusco. Só não foi noticiado na Rede Globo de Telealienação que, evidentemente, tem lá suas outras prioridades, particularmente veicular a versão de quem está no poder: os mercados. Sequer os políticos estão imunes à Globo já que o poder de fato passou a ser exercido pelos malditos “mercados” desde que FHC implantou aqui o chamado “consenso de Washington”, batizado na Argentina de “Plano Cavallo” e no Brasil de “Plano Real” diria talvez um Shakespeare vulgarizado à brasileira, parodiando horrivelmente a linda peça “Romeu e Julieta” que “a merda, por outro nome, terá o mesmo cheiro e consistência”... No caso, tirar todos os freios e controles dos mercados de capitais, ampliar monumentalmente as taxas de remuneração da jogatina financeira (“taxas de juros”) transformando a especulação num excelente negócio e o trabalho honesto numa atividade punitiva: fica-se sem reajuste anos a fio, como ocorre com os militares – OS MILITARES, responsáveis pela manutenção da “ordem” estão com o salário congelado – dada a inflação divulgada, bem menor que a real, de cerca de 6% ao ano, na verdade salários em queda livre! Compra-se cada vez menos coisas com a mesma quantidade de dinheiro – há mais de 10 anos!

            E foi o Partido (dito) dos Trabalhadores o que mais penalizou a classe trabalhadora na Era Maldita da Globalização! Se algum adivinho dissesse isso em 1989 seria tido como louco se não fosse assassinado, como o Celso Daniel – cuja família, também ameaçada, está no Exílio, por sinal. Não há dúvida, o PT rouba e deixa roubar, pratica a corrupção, a coação até de juízes, a supressão senão da vida, das condições de vida levando muitos a desesperos atrozes – naturalmente que a propaganda (não confundir com o mundo real) vai na direção oposta, enaltecedora: “nuncaantesnessepaíz...”

 

Bullshit!


            Pra começo de conversa e dado o baixíssimo nível intelectual e moral a que nossos administradores reduziram os brasileiros, o inglês é um idioma falado desde o século XIII e sistematizado em escrita duzentos anos antes do nascimento de Cristóvão Colombo, preciso deixar isso bem claro antes que alguém me acuse de gostar do “Grande Satã”, como o Imã Khomeini acertadamente se referia ao governo dos EUA – estudei inglês em Cambridge e meu inglês é genuinamente britânico, nada de ianque! Também não confundir o governo dos EUA com sua gente! Tenho grandes amigos e admiro enormemente alguns estadunidenses de grande quilate, mas infelizmente tanto lá como aqui, a maioria tende a seguir as “versões oficiais”, mesmo sabendo que todo o governo mente!

            Mas como essa expressão, comum, corriqueira, banal nos países de língua inglesa faz falta ao idioma Português... Literalmente significa cocô de boi e a metáfora é que determinados discursos ou promessas de políticos em campanha, ou mesmo pastores de seus púlpitos, com Ted Haggard, não passam disso: estão vomitando cocô de boi pela boca: BULLSHIT!

            Ao contrário de Portugal, que insiste em chamar o mouse do computador de “rato”, a tela de “écran” e o arquivo de “ficheiro”, no Brasil o preconceito contra estrangeirismos é bem menor. Já adotamos um bocado de expressões ligadas à informática e telefones celulares – e mesmo comida, como hot-dog, hambúrguer e por aí vai – por que não introduzir no idioma português a expressão “Bullshit!” economiza um bocado de tinta papel e tempo de teclado. Ao invés de dizer coisas como “mas que mentira...” ou “será que alguém ainda acredita no que o Lula diz?” bastaria, a cada pronunciamento, expressar sucintamente: bullshit!


Dilma e o cara de bunda



           Getúlio Dornelles Vargas foi deposto quando os pracinhas voltaram da II Guerra Mundial – em que foram lutar contra o autoritarismo encontrando aqui, ao regressar, um regime autoritário; até bem mais benéfico ao Brasil que o atual autoritarismo monetário, mas autoritário sim – o derrubaram e o Brasil viveu os poucos, pouquíssimos 18 anos de um regime bem próximo à democracia plena: entre 1946 e 1964. Durante a Ditadura Militar, apoiada e incentivada pela Rede Globo de Telealienação que hoje tenta reescrever a sua história, não podemos nos esquecer que, como disse um General da época, “o Doutor – em quê mesmo? – Roberto Marinho foi um revolucionário (nome que os golpistas davam a si mesmos) de primeira hora! Nos apoiou em tudo e jamais deu trabalho à censura, ao contrário, a censura interna da Rede Globo sempre foi muitíssimo mais rigorosa que a do Regime (nome que os golpistas dão à Ditadura) Militar!”

            Enfim, Vargas saiu da presidência mas, como Lula da Silva, não deixou de ser o principal mandatário político do país. O General Eurico Dutra – apelidado pelos adversários de “cara de bunda” – assinava os documentos mas quem dava as ordens era o Getúlio, de 1946 até 1951, quando voltou ao poder eleito pelo voto popular, “nos braços do povo” como diz ele em sua Carta Testamento. Tenho respeito por ele. Fez pouco pela Classe Trabalhadora, mas nenhum dirigente brasileiro antes ou depois dele foi capaz de fazer mais do que ele fez e os dirigentes de hoje buscam desfazer. De mais a mais, no mínimo em 1954 ele, sozinho em seu quarto, com uma bala no peito atrasou o golpe militar no Brasil por 10 anos!

            Enfim, por vezes meus leitores – todos dois – mandam e-mail perguntando por que não falo da Dilma. Simples: ela é insignificante demais para merecer comentários. Falo de quem dá as ordens, não de quem as cumpre, uai! Os ministros – inclusive a penca podre que caiu, pois ainda há várias outras igualmente podres que não caíram ainda – foram todos nomeados ou indicados – em raros casos avalizados – pelo Lula da Silva e a Sra. Dilma Rousseff jamais tomou decisão relevante alguma sem consultar o molusco, mesmo quando ele esteve afônico. Portanto, o pouco de poder que FHC manteve aos políticos, e Lula conseguiu até diminuí-lo, ainda é exercido pelo ex-presidente como o cara de bunda cumpria as ordens de Vargas entre 1946 e 1950.

            Tenho de tirar um tempo ainda para falar do Brasil nos últimos 50 ou 60 anos... Se o assunto interessar, entre em contato, incentive-me! Por vezes sinto-me uma pequenina voz que clama neste deserto de povo e de idéias...

            Se você é maduro, deve se lembrar que, em sua mocidade havia melhor segurança até para as crianças brincarem nas ruas, o Ensino Público era superior ao privado, as escolas privadas eram castigo ao aluno; o pai dizia: “se você continuar assim desinteressado e com notas baixas vou ter de te matricular numa dessas PPP’s” – Papai Pagou, Passou... Você se lembra disso? Gostaria de estudar comigo como foi que educação pública foi para o beleléu e a privada – que já estava e continua no beleléu ganhou renome? Talvez, se for mais antigo, se lembre do IPASE... Não é matematicamente possível que os recursos oriundos dos trabalhadores e patrões para esse tipo de fundo público de pensão – que hoje se chama INSS – seja “deficitário”. Por que o INSS se tornou, de fato, deficitário? Começou mesmo quando Geisel arrancou dinheiro do então INAMPS para construir a Ponte Rio-Niterói e a defunta Rodovia Transamazônica? Quem mais meteu a mão no dinheiro dos aposentados e pensionistas desviando-o com finalidades escusas – “fazer superávit primário”, por exemplo?

            Fico por aqui neste. Agora vou escrever um pouco sobre a Sucessão Municipal. Se o tema acima interessar, entre em contato. Senão, mudo de assunto. Algum dia alguém quererá estudar a História do Brasil e precisará ter acesso a outras fontes que não a oficial – TOTALMENTE DECOLADA DA REALIDADE e, para finalizar com uma expressão que insisto em inserir no idioma português, cheia de BULLSHIT!

 

Lázaro Curvêlo Chaves – 3 de Junho de 2012



Escrito por Lázaro Chaves às 22h29
[] [envie esta mensagem
]





Lula da Silva PROIBIDO de mentir

Lula da Silva PROIBIDO de mentir

 

 


                    Em primeiro lugar celebro com entusiasmo o fato de Lula da Silva estar proibido de mentir – ordens médicas!

            É facílimo ver se ele está ou não mentindo: se estiver com a boca aberta e houver som saindo dela, é mentira. Com câncer (mesmo que isso seja miseramente uma jogada de marketing como desconfio que foi o câncer da Dilma) na laringe e, consta, em tratamento químico que faz cair o cabelo e a barba, anunciado em público e para todos, fica assim sem poder mentir até que “tenha uma recuperação miraculosa” aumentando-lhe ainda mais a popularidade (já supera Jesus Cristo por vasta margem, neste quesito, por sinal!) ou enquanto o câncer – se ele estiver doente mesmo – se espalha mais pelas cordas vocais (curiosa justiça poética se for verdade...).

            Alguém poderia argumentar que ele ainda “está escrevendo”. Vejamos isso de perto: na comunicação verbal, Lula da Silva é de tirar o chapéu! É capaz de vender geladeiras para esquimós e cortadores de grama para tuaregues do deserto do Sahara! Já por escrito... Houve quem dissesse que ele estava tendo aulas de gramática e ortografia com o Tiririca. Pessoalmente não tenho esse tipo de preconceito e creio mesmo que, se a legislação eleitoral faculta ao analfabeto participar do processo eleitoral, não há motivo para discriminar o analfabeto que queira votar ou ser votado!

            Celebro, solto foguetes, me alegro demais – não pela doença, que é realmente algo cruel e, frequentemente fatal – pelo fato de Lula da Silva estar PROIBIDO DE MENTIR POR ORDEM DO MÉDICO! Sua quimioterapia começou dia 31 de outubro, então é só ir contando os dias em que ele fica sem poder mentir, quiçá montando seus joguinhos Lego, colorindo livrinhos de pintar ou o que ele goste de fazer dentro de seu universo, digamos, “intelectual”. Brincadeira... Ele deve estar, mesmo vomitando as tripas, caso esteja mesmo com câncer, pensando e elaborando meios de extorquir mais ainda do povo brasileiro para a engorda dos que lhe subvencionaram as campanhas eleitorais, o que já faz do Brasil o país mais desigual das Américas, segundo a Folha de S. Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u711962.shtml

            Ah, sim! E Lula da Silva é “Doutor Honoris Causa” pela Universidade de Coimbra. Não creio que isso tenha algo a ver com a ajuda milionária que nós – pagadores de impostos – enviamos a Portugal naqueles dias. A palavra “Doutor” já teve o seu peso e o seu valor. Hoje em dia, com médicos do INAMPS remunerados pelo Governo Lula (via sua representante Dilma, neste Terceiro Mandato) na base de menos de R$ 2,00 ou pouco mais de U$ 1 por consulta, vemos um quadro de devastação total na saúde pública.

            Considerei esquisito a quadrilha Lulo-Petista ficar “ofendida” com a sugestão de que ele fosse tratado pelo SUS. Qual o problema? Nem eles acreditam no discurso do chefão? Lula da Silva, há pouco tempo, disse que “O Brasil conta com o melhor serviço de saúde pública do mundo, podendo inclusive exportar sua experiência para outros países.” À época cheguei a questionar o que o SUS teria a ensinar aos serviços de saúde pública da Escandinávia (Noruega, Suécia, Dinamarca) ou de Cuba. Foi no mesmo período em que o Senador Magno Malta, do Espírito Santo, andava num carro doado ou emprestado por uma companhia de fornecimento de material ao SUS dentro do que ficou conhecido como “O Escândalo dos Sanguessugas”. A reação da malta de Lula desmonta o discurso do chefão e reconhece: este governo que aí está há 10 anos sucateou, destruiu, desmontou, desmantelou a Saúde Pública no Brasil e gente muito rica, como Lula da Silva, tem de ir para a Privada! Evidentemente.

            Falando em gente rica, tanto petista ficou rico, mas tão rico durante esse período mais que negro para a história do Brasil que, ao fim e ao cabo, já não há mais representação política ideológica nessepaíz. Todos os partidos têm em comum duas coisinhas somente: ânsia ou apego ao Poder e ideologia zero.



De Direita – Gente que defende os Bancos, as Grandes Corporações e a roubalheira da Especulatina que concentra o dinheiro (fruto do trabalho de todos) em poucas mãos de gente que só se ocupa em especular e cobrar

De Esquerda – Gente que defende os Trabalhadores e seu acesso à Saúde, Educação, Segurança e tudo o que possa promover o crescimento do SER HUMANO



“Esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda, direita! Companhia, ALTO!”



            Vamos deixar clara uma coisa aqui antes que a versão absurda segundo a qual “de direita é quem está no poder e de esquerda é quem está na oposição” alcance mais cérebros tenros. Ou uma pior ainda, evidentemente que elaborada nas fornalhas da Direita e transmitida como “verdade científica” até no mundo acadêmico: “esse negócio de Esquerda e Direita acabou com a queda do Muro de Berlim...” Esse último é um discurso muito útil para esmagar o que resta da Esquerda e impedir o seu surgimento ou ressurreição. Mas, como dizia Georg Lukács, há que se considerar os fatos e, a se continuar como está o mundo globalizado – que, qual Robin Hood às avessas -  tira dos pobres para dar aos ricos, o sistema ruirá em algum momento até por dentro: é absoluta e completamente insustentável! Olha lá a Grécia, com o povo nas ruas lutando bravamente para que não façam lá o que FHC começou e Lula da Silva continua a fazer por aqui. Os gregos não querem ser rebaixados socialmente à condição que o grande capital internacional reduziu o Brasil.

            As expressões “direita” e “esquerda” em política, têm origem na Revolução Francesa de 1789 que, no período conhecido como da “Convenção” se montou uma Assembléia Nacional Constituinte com representantes de todas as facções sociais da época. À Direita da Mesa Diretora dos Trabalhos sentavam-se os representantes dos banqueiros, dos comerciantes ricos e, na extrema direita, os que ansiavam pelo fim da Revolução e pregavam o retorno à Monarquia. À Esquerda da Mesa Diretora dos Trabalhos sentavam-se os representantes dos Trabalhadores Assalariados, dos Desempregados e dos “Sans Culotte”, literalmente “sem calças” – o equivalente francês aos “descamisados” do populismo tupiniquim.

            O Presidente da Mesa colocando um tema em votação usava frequentemente a expressão “Senhores Parlamentares que estão à minha Direita, como votam?” ou “Senhores Parlamentares que estão à minha Esquerda, como votam?” No meio ficava esse pessoal “folha de bananeira”, o típico PMDB que apóia sempre quem está no poder. Eram conhecidos como da “Planície”

            Portanto, a Esquerda sempre se posicionou – NA PRÁTICA, NÃO MERAMENTE NO DISCURSO VAZIO – a favor de melhores condições de vida para os trabalhadores e, na França, até hoje, o Serviço Público de Saúde é exemplar e as Escolas Públicas seguem a pleno vapor em meio a um povo que reconhece valores democráticos. Infelizmente, esse modelo só poderá sobreviver dentro ou fora da União Européia se houver a supressão sumária do “Banco Central Europeu” ou se este for obrigado a emitir moeda sem custo para os países membros. A se manter um banco privado, com fins lucrativos, como o único com direito a emitir a moeda que circula em vários países, o colapso da União Européia é mera questão de tempo.

A Direita, por sua vez, é composta por todos os que ganham fábulas em dinheiro explorando o trabalho alheio, seja através do que Karl Marx chamava apropriadamente de “extração da mais-valia”, seja através do endividamento de pessoas e nações a bancos privados que conquistam o direito exclusivo de emitir a moeda que circula nos países, cobrando um preço por isso. Até as palavras “agiota” e “usurário” caem em desuso pois fica difícil pagar as taxas escorchantes que os bancos cobram – agiotagem explícita, usura formal e plenamente legalizada – agiotas pequenos têm pouca chance de prosperar.

            No caso brasileiro, que um cidadão seja proprietário de todas as jazidas minerais já encontradas ou por encontrar é uma prática não apenas direitista mas só justificável porque o tal meliante subsidia todas as campanhas com o fruto do lucro fabuloso com o que deveria ser propriedade DE TODOS OS BRASILEIROS. Outro exemplo é o caso Palocci (só porque ganhou notoriedade, mas há vários semelhantes) de decuplicam sua fortuna duas vezes em menos de quatro anos. Economia é um sistema fechado. Se entrou um montante volumoso de dinheiro nas mãos de um meliante, o mesmo montante saiu, em pequenos pedaços, de toda a gente. Difícil me convencer que não tem dinheiro público (dos impostos que somos obrigados a pagar) nessa roubalheira toda!

Como o PT, o PC do B, o PMDB, o PTB, o Democratas, o PSDB, o PQP, enfim, todos, se posicionam a favor do encaminhamento da economia brasileira segundo os interesses do “Mercado”, todos os partidos com representação no Congresso Nacional estão à Direita e estamos sem Esquerda na representação política brasileira. Há partidos pequenos que fazem algum ruído na direção certa, mas que garantia temos nós – caso não ocorra uma ruptura com a atual Ordem Constitucional – de que, caso eleitos pelas urnas eletrônicas (Pôxa... Já que no Brasil o voto é compulsório, como no Gabão e no Paraguai, ao contrário do que acontece nos países democráticos como a Argentina ou a França, bem que podiam criar o voto pela Internet que é tão frágil e pouco confiável quanto a urna eletrônica garantindo a perpetuação de quem “A Ordem” quer no poder), enfim, caso eleitos dentro das normas constitucionais vigentes hoje, quem nos garante que esses grandes discursos de esquerda não terão o mesmo fim que os grandes discursos de esquerda dos antigos PT e PC do B que, sem o menor pudor ou consideração para com o eleitorado e a maior parte de seus membros passou-se de mala e cuia para a Direita Ultra-corrupta do Brasil?



Escrito por Lázaro Chaves às 16h45
[] [envie esta mensagem
]





A Questão dos royalties do Petróleo



            Chamo a atenção do(a) eventual leitor(a) para a magnífica resposta que o  Senador Cristovam Buarque deu a um estudante universitário estadunidense quando questionado sobre a “Internacionalização da Amazônia” e seguir na mesma linha de raciocínio para com as reservas nacionais; aqui: Amazônia do Brasil - Cristovam Buarque

            Em primeiro lugar, sabemos que a verdadeira intenção do governo Lula da Silva, já em seu terceiro mandato, este por procuração, é extrair mais dinheiro do povo para reforçar o caixa que engorda o capital financeiro e seus parceiros nos desvios monumentais de dinheiro público.

            Mas se o dinheiro oriundo da extração do Petróleo deve ser dividido entre todos os Estados da Federação, temos o dever de fazer o mesmo com todas as outras riquezas geradas em todos os outros Estados. Minas Gerais terá de dividir os recursos com a extração de minério (de ferro, ouro, prata, etc.) com todos os Estados da Federação.

 
            A Amazônia (Pará, Tocantins, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e parte do Maranhão) tem de dividir as riquezas oriundas da extração da Borracha assim como das muitas minas daquela região.

            O Rio Grande do Sul e Goiás têm de dividir os dividendos oriundos da exportação de carne bovina e suína com todos os Estados da Federação.

            E assim por diante, cada Estado de acordo com a sua produção ou riqueza, que deverá ser dividida por todos os Estados da Federação.

            Mas... Seja dos royalties do petróleo, seja oriunda desta minha modestíssima proposta, onde, nesse governo de coalizão nacional contra os interesses do povo brasileiro com a oposição mais dócil de que se já ouviu falar, onde enfim encontrar gente honesta para gerenciar eficiente e honradamente tais recursos?

            No atual governo, defendo que cada Estado fique com os frutos de suas próprias riquezas. Se em algum momento o Brasil voltar a ter um governo patriótico e honesto, a favor do povo brasileiro e não contra ele (o último que tivemos foi o de Getúlio Vargas que, LITERALMENTE, deu a vida pelo país), podemos pensar em dividir igualmente as riquezas, não só de cada Estado, mas vamos também verificar os melhores métodos de Estatizar e Aprimorar os Serviços Essenciais, retirando-os das mega-corporações que – para estarrecimento de todos – receberam do Brasil o dinheiro para comprar empresas brasileiras, privatizando-as. Será fundamental ainda fazer o que todas as Nações Poderosas do mundo precisaram fazer para que se tornassem plenas: decretar uma MORATÓRIA na dívida do Brasil e realizar o que o PT e o PC do B prometeram e não cumpriram, ou seja, uma auditoria R I G O R O S A das origens dessa dívida e ressarcimento quando for o caso, somente do principal, repudiando a usura e a agiotagem (que hoje ultrapassam – EM MUITO – os valores do Principal).

            Um país de dimensões continentais com todas as riquezas (inclusive humanas, em uma ou duas gerações voltaremos a formar gênios como se fazia quando o Brasil ainda era nosso!) de que dispomos tem plenas condições de erguer-se diante do mundo e dizer NÃO à Globalização assassina!

 

                                                    Ajude a manter esta página ativa!



Escrito por Lázaro Chaves às 16h38
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]